29/03/2017

4º Encontro Nacional de Contos Indígenas




Programa Final

31 de Março

13h 00m: Saída de Lisboa em autocarro


Tarde


Chegada prevista ao Fundão por volta das 17h 

17h 00m: Breve apresentação do Festival de Contos Indígenas
Local: Sala polivalente da Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade  

18h 00m: Inauguração da exposição “Cruces Fidei – Territórios do Sagrado – Concelho do Fundão“ na capela do Espírito Santo, integrado na programação da Quadragésima – Tradições da Quaresma - Capela do Espírito Santo. 

19h – Workshop sobre a rede de Clubes de Arqueologia para alunos do Instituto Piaget
Local: Sala polivalente da Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade  

20h 00m: Jantar no restaurante “A moagem”

21h 30m: Concerto “Cantar a poesia” no Octógono pela Academia de Música e Dança do Fundão 


1 de Abril
Manhã

9h 00m: Pequeno-almoço 

9h 30m: Workshop com contadores de histórias
Biblioteca municipal do Fundão

11h 00m – Pausa para café

11h 30m: Workshop com contadores de histórias
Biblioteca municipal do Fundão

13h 00m: Almoço no restaurante “A moagem”


Tarde


15h 00m: Visita ao Museu Arqueológico do Fundão

16h 00m: Ensaio geral com contadores de histórias
Local: Sala polivalente da Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade  

17h 15m - Pausa para café

17h 30m: Ensaio geral com contadores de histórias
Local: Sala polivalente da Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade  

19h 30m: Jantar no Restaurante “Alcambar”

21h 00m: Início do 4º Festival de contos Indígenas – As fronteiras

21h 00m – Breve apresentação: a Rede Nacional de Clubes de Arqueologia e o Festival dos Contos indígenas

21h 15m: Assinatura de protocolos de adesão à Rede de Clubes de Arqueologia com a presença do Director do Museu Nacional de Arqueologia (Dr. António Carvalho) e da Dr.ª Rita Lourenço Alves - Directora da Escola Superior de Educação Jean Piaget em Almada

21h 30m: Início do Festival de Contos Indígenas com a presença do Director do Museu Nacional de Arqueologia (Dr. António Carvalho), Dr. Luís Santos (Subdiretor Geral da DGLAB) e representante do Município do Fundão.

23h 00: Final do festival


2 de Abril
Manhã

9h 00m: Pequeno almoço

9h 30m: Visita cultural pelo Fundão acompanhada pelos colegas do Museu Arqueológico do Fundão

11h: Partida para Lisboa

28/03/2017

Desmontagem de exposição

Ontem procedeu-se à desmontagem da Exposição "A Europa através dos nosso objectos: Um Objecto , muitas visões", que esteve patente desde o dia 22 de fevereiro de 2016, tendo sido apreciada por cerca de 100.000 visitantes.













23/03/2017

Apresentação de livro


Workshop

Encontram-se abertas as inscricões para o workshop "Arqueologia 3.0 - Da investigação ao 3,D. Gestão, Inovação e Divulgação em Arqueologia", que decorrerá entre os dias 6 e 7 de abril, no Castelo de Vila Viçosa e Laboratório HÉRCULES (Universidade de Évora).





Chamamos a atenção para o facto de o MNA ser uma das instituições parceiras e de a Técnica do Museu Margarida Santos, com Lilia Esteves, do Laboratório José de Figueiredo, apresentarem uma das comunicações.


Contacto: arqueo3ponto0@uevora.pt


22/03/2017

Honrando a Poesia

Lucerna com disco decorado por busto de Baco com pâmpanos e cachos.



«CANTAREI, doravante, o que leva a abundância às terras lavradias; sob que astro convém, ó Mecenas, revirar a terra e casar a vinha com o ulmeiro; que cuidados cumpre dipensar aos bois; que tarefas requer a formação de um rebanho; e que saber exige a criação das industriosas abelhas. Vós, ó brilhantes luminares do Mundo, que guiais nos céus a marcha do ano; vós Baco e alma Cres, por cuja mercê à lande Caónia sucedeu a pingue espiga e se misturou o sumo das uvas com a água Aquelóia; vós também Faunos, protectores sempre vigilantes da grei rural, avançai, e convosco as virgens Dríades: eu canto os vossos dons! E tu, Neptuno, a cuja ordem a terra, golpeada pela vez primeira com o teu magno tridente, lançou do seio o fremente corcel! E tu, habitante dos bosques, em honra de uem trezentos novilhos brancis como a neve tosam as fartas devezas de Ceos! E tu, Pan, guardião dos rebanhos, que com tanto carinho olhas para o teu Ménalo, favorece-me, ó Tegeu! Tu, Minerva, que nos deste a oliveira; tu, moço inventor do curvo arado; tu Silvano, que usas em guisa de cajado um tenro cipreste arrancado com as raízes! E vós todos, deuses e deusas a quem cabe o cuidado de proteger os campos, que alimentais as plantas que o homem não semeou, e derramais do céu, sobre as que ele cultiva, a chuva benfazeja.

(...) Quando renasce a Primavera, e frios regatos correm das montanhas cobertas de neve, e o Zéfiro desagrega as leivas, é chegada a ocasião dos bois começarem a gemer sob o peso do arado tanchando a fundo, e de rebrilhar ao sol a elha desgastada pelo roçar nos sulcos. (...)

Mãos à obra, portanto! Comecem os teus robustos bois, desde o primeiro dia do mês, a revolver a terra feraz, para que o poeirento Verão recoza com rais ardentos de sol as glebas que se lhe oferecem..
(...) o pai dos deuses, o próprio Jove, determinou que fosse árduo o cultivo das terras,pela primeira vez as mandou fabricar obedecendo a uma arte, e aguilhoou com preocupações o coração dos mortais, não consentindo que os seus domínios entorpecessem numa pesada modorra. Antes do reinado de Júpiter não havia agricultores em luta com os campos; não era permitido dividir a terra, e assinalar extremas; os homens buscavam o proveito para o bem comum, e o próprio solo produzia mais liberalmente, sem nada se lhe solicitar. Foi Júpiter que deu às negras serpentes o veneno maléfico, quem mandou que os lobos fossem depredadores, quem ordenou que o mar se agitasse, quem, sacudindo as folhas, fez cair delas o mel; quem retirou aos homens o fogo, e estancou os vinhos que corriam. Tudo para que o homem, à força de experiência e constante exercício, forjasse pouco a pouco as várias artes, alcançasse, abrindi sulcos, as messes de trigo, e fizesse brotar das veias da pedra o fogo que se lhe havia ocultado.

(...) Foi Ceres quem primeiro ensinou os mortais a revirar a terra com o ferro, quando já lhes faltava as landes, e Dodona recusava o alimento fácil».

Virgílio, Livro I, ed. Sá da Costa, 1948: «As Geórgicas»).
Século III d.C. Ruínas de Tróia



Poderá consultar a ficha da peça na fotografia em: 

21/03/2017

Estátua encontrada no Cairo é afinal de Psammetich I

Afinal a estátua descoberta nos arredores do Cairo no início da semana não pertence ao grande Faraó Ramsés II.





O ministério egípcio das Antiguidades estima tratar-se de uma representação do rei Psammetich I, que viveu entre os anos 664 e 610 antes de Cristo.

Leia a notícia completa neste link:

20/03/2017

Chegada da Primavera

Celebrando o Equinócio da Primavera e lembrando o regresso Prosérpina à terra, para junto de sua mãe Ceres, realizavam-se em Roma os festivais designados «Cerealia», honrando esse retorno, vinda do Mundo Subterrâneo onde vivia com Plutão, seu esposo.

Ceres, deusa da Natureza e da Terra fecunda, padroeira dos animais selvagens e protetora das mulheres e dos partos, fecundará assim a Primavera.



Pedra de anel de cornalina de cor alaranjada, de forma oval, de secção plano-convexa, com a representação de Ceres-Fides .
Séculos II d.C. - III d.C. São Salvador da Aramenha.

«A divindade apresenta-se de pé, com a cabeça virada para a esquerda, vestida de chiton. Na mão direita levantada, segura um prato com frutos, e na mão esquerda virada para baixo, segura duas espigas de trigo». (segundo Graça Cravinho).

Pode consultar aqui a ficha do MatrizNet

Dia Mundial da poesia

Aderindo às iniciativas do Dia Mundial da Poesia, o Museu Nacional de Arqueologia realizará, no próximo dia 25 de Março, uma acção dedicada ao tema, contando com a colaboração da Associação Clenardus: Promoção e Ensino das Línguas e Cultura Clássicas.

Desde já fica o convite à participação.



Inauguração de exposição

Hoje, por ser segunda-feira, estamos fechados ao público, mas a partir de amanhã visite-nos e veja a nova exposição, Lusitânia dos Flávios: a propósito de Estácio e das «Silvas», que inaugurou no passado dia 17.

Algumas fotos da inauguração:



















17/03/2017

Mais logo, pelas 18h00, o Museu Nacional de Arqueologia espera por si.

A Diretora-Geral do Património Cultural, o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia, o diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e os Diretores do Centro de Estudos Clássicos e da UNIARQ - Centro de Arqueologia convidam V. Exª para a inauguração da exposição Lusitânia dos Flávios: a propósito de Estácio e das «Silvas», que terá lugar no Museu Nacional de Arqueolgia, no dia 17 de março, pelas 18h00.



















15/03/2017

A poesia anda pelas ruas

O Museu Nacional de Arqueologia  faz parte do consórcio europeu que dessenvolve o projeto "A Poesia Anda Pelas Ruas/La Poesía Anda Por Las Calles", Para além do MNA fazem parte deste projeto apoiado pelo programa europeu "Europa Criativa", várias entidades que desenvolvem atividades no Fundão, em Guadalajara (Espanha), em Grenoble (França) e em Cologno Monzene (Itália).

Em Portugal é realizado numa articulação entre o Município do Fundão e a Direção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB) e a Direção-Geral do Património Cultural/Museu Nacional de Arqueologia, entidades que desafiaram a autarquia a promover o evento em território nacional.



Coro Laudate no MNA

O vídeo da atuação do Coro Laudate, que ocorreu no passado domingo, dia 12 de março, no Museu Nacional de Arqueologia, já se encontra disponível no canal youtube do MNA.



UNESCO visitou complexo romano de Tresminas

O embaixador Jorge Lobo de Mesquita, Substituto da Presidente (embaixadora Ana Martinho) foi recebido, no parque arqueológico de Tresminas, pelo Presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado, pelo Diretor Regional de Cultura do Norte, António Ponte, autarcas das freguesias em território mineiro (Tresminas, António Teixeira; Alfarela, Manuel Machado; Vreia de Jales, Norberto Pires) e especialistas em valorização do património. 

Patrícia Machado, arqueóloga responsável pelo Centro Interpretativo, promoveu uma visita guiada ao parque arqueológico, desde as cortas até às galerias romanas. A comitiva percecionou in loco porque é que o Complexo Mineiro Romano de Tresminas representa uma das mais importantes e mais bem preservadas explorações de ouro do Império Romano. 

O edil Alberto Machado sublinhou a importância de estabelecer pontes com entidades locais, nacionais e internacionais relevando o trabalho destas na visibilidade de Tresminas. O diretor António Ponte lembrou o contexto desta visita que dá a conhecer à comissão nacional o trabalho municipal desenvolvido nas antigas minas portuguesas e solicitar o apoio da UNESCO Portugal no desenvolvimento do processo de candidatura de Tresminas a Património Mundial. O embaixador Jorge Lobo de Mesquita referiu que aqui há um valor único e que o bem em causa justificaria um relevo. Os responsáveis sublinharam a via conjunta de territórios mineiros romanos em Trás-os-Montes e Castilla y León. 

Refira-se que há uma parceria transfronteiriça entre Tresminas (Portugal) e Las Medulas (Espanha), que prevê a implementação de um protocolo durante este ano que inclui medidas de valorização do legado romano na Península Ibérica com atividades conjuntas em áreas como a investigação, o turismo e a divulgação. 

Las Medulas é Património Mundial desde 1997 e há o propósito de alargar o complexo mineiro romano de Tresminas à respetiva classificação pela UNESCO, na categoria de Paisagem Cultural. 

Com esta visita formal, realizada a 9 de março, Tresminas é oficialmente conhecida pela Comissão Nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). 


www.noticiasdeaguiar.pt

14/03/2017

Concerto de Maja Milinkovic

O vídeo do concerto de apresentação do novo álbum de Maja Milinkovic, Fado É Sorte, que ocorreu no Museu Nacional de Arqueologia no passado dia 3 do corrente, já se encontra disponível no canal youtube do MNA.



13/03/2017

Quando o museu está fechado ao público

O Museu Nacional de Arqueologia está fechado ao público às segundas-feiras.
Contudo as suas tarefas mantêm-se.

Podemos partilhar alguns dos preparativos da exposição «Lusitânia dos Flávios: a propósito de Estácio e das "Silvas"», designadamente a chegada do «Togado Inacabado», proveniente da Herdade da Vigária, Vila Viçosa.















Peça do mês de março de 2017

O vídeo da peça do mês de março de 2017, a ânfora panatenaica, apresentada por Ana Margarida Arruda, já se encontra disponível.



10/03/2017

Convite

A Diretora-Geral do Património Cultural, o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia, o diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e os Diretores do Centro de Estudos Clássicos e da UNIARQ - Centro de Arqueologia convidam V. Exª para a inauguração da exposição Lusitânia dos Flávios: a propósito de Estácio e das Silvas, que terá lugar no Museu Nacional de Arqueolgia, no dia 17 de março, pelas 18h00.

A exposição é promovida no âmbito do seminário internacional Editing and Commenting on the Silvae, organizado pelo Centro de Estudos Clássicos, que se realiza na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, nos dias 16 e 17 de março.




09/03/2017

Pormenor de mosaico

Pormenor de mosaico. «Triunfo indiano de Baco».
Villa romana de Torre de Palma. Museu Nacional de Arqueologia.

Pode ver o mosaico exposto na exposição "Religiões da Lusitânia


08/03/2017

Peça do mês de março

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de várias centenas de milhares de bens culturais. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, mas também de aquisições. As peças foram incorporadas por iniciativa do próprio Museu ou por depósito e doação de investigadores e colecionadores. Às coleções portuguesas acrescentam-se ainda as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas. Todos os períodos cronológicos e culturais, desde a mais remota Pré-História até épocas recentes, relevando-se, neste caso, as peças etnográficas, estão representados no MNA. O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de bens culturais classificados como “tesouros nacionais”. Existe, pois, motivo constante para a redescoberta das coleções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa, em diálogo com o diferente tipo de atividades que o mesmo desenvolve.

Peça do mês de março
ÂNFORA PANATENAICA, MNA 999.1.1
Apresentado por Ana Margarida Arruda
Sábado, dia 11 de março, às 15h30


 © DGPC. MNA. Arquivo de Documentação Fotográfica/José Pessoa. 


A ânfora Panatenaica do Museu Nacional de Arqueologia, estudada por Maria Helena da Rocha Pereira nos anos 60 do século passado, é o único espécime deste tipo de vaso grego em Portugal. É de produção ateniense, data do século VI a.n.e. e está decorada com Figuras Negras. 
Na Face A é visível a figura da Deusa, com escudo, lança e capacete, ladeada por duas colunas da ordem dórica. A face B está decorada com uma cena de pugilato, estando os dois atletas a ser observados por um árbitro, à esquerda, e por um outro atleta, à direita.
Não corresponde a uma ânfora Panatenaica propriamente dita, artefactos destinados a premiar os vencedores dos jogos em honra da deusa Atena, mas sim a uma edição não oficial, ou seja, não foi atribuída a nenhum atleta. Produzidas nas mesmas oficinas e na mesma época que as ânforas panatenaicas, estas peças, de menor dimensão, não se podem considerar falsificações, uma vez que não pretendem copiar os modelos originais, distinguindo-se facilmente destes. Desconhece-se ainda os motivos que conduziram à produção, em larga escala, destas pequenas imitações.



Coleções Etnográficas do MNA




As coleções etnográficas do Museu Nacional de Arqueologia, refletem na sua origem, constituição e organização, a própria história do Museu que no seu conceito fundacional se designou, ainda que por breves anos, por Museu Etnográfico Português, muito embora a componente arqueológica tivesse sido dominante desde o início. E se, no programa inicial de 1893-1894, se haviam consagrado apenas duas secções – a Arqueológica e a Moderna – uma terceira é muito precocemente acrescentada – a de Antropologia Física.

A riqueza e diversidade das Coleções Etnográficas oriundas maioritariamente do território português - continental e insular, mas também das antigas ex-colónias, é bem patente nos sucessivos programas museológicos do Museu de José Leite de Vasconcelos, onde foram ganhando protagonismo crescente e permitiram cumprir o mais elevado e ansiado propósito do Fundador, o da criação de um “Museu do Homem Português”.

A partir deste primeiro mês do ano de 2017, o Museu Nacional de Arqueologia dará conta do seu acervo etnográfico, que embora nem sempre visitável continua a ser objeto de estudo sistemático e aturado, retomando assim o espírito que esteve na sua vocação inicial.

Ana Isabel Santos e Filomena Barata

A notável Mofina Mendes assinada por Rafael Bordalo Pinheiro foi adquirida por José Leite de Vasconcelos em 1913 pela exorbitante quantia de 8.000 réis, tem o Nº de Inventário ETNO 3581 e está disponível on-line no Programa MatrizNet. É a peça do mês de março quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o início da Primavera e ainda o Dia Internacional da Poesia, aproveitando também o MNA para homenagear desta forma Gil Vicente, um dos nossos maiores poetas.
Trata-se de uma das mais conhecidas personagens de Gil Vicente, do Auto dos Mistérios da Virgem, que segundo Alice Vieira Santos, “Mofina Mendes é a mulher sonhadora, desastrada e até irresponsável, segundo alguns críticos, porque não cuida do rebanho do seu amo. O seu próprio nome, Mofina, pode ser traduzido por infelicidade, má sorte. Sonha alto: Vou-me à feira de Trancoso/(…) E farei dinheiro grosso. O pote de azeite que lhe é dado como salário deverá render tanto que passará de um milhão e meio. E Mofina casará rica e honrada e, acrescente-se, feliz, porque virá ao encontro do desposado bailando e cantando.

Mas quebra-se o pote, desfaz-se o sonho. Aos pastores que a criticam responde com uma interrogação: que todo o humano deleite,/ como o meu pote de azeite, /há-de dar consigo em terra?, incluindo-nos a todos no grupo dos sonhadores, mostrando que todos teremos o nosso “pote de azeite. Algumas interpretações sugerem que seria uma alegoria da instabilidade e incerteza das coisas, surgindo como contraponto à ordem divina onde reina a perfeição”.



Dia Internacional da Mulher

O Museu Nacional de Arqueologia associa-se às iniciativas do Dia Internacional da Mulher, lembrando as Mulheres de todos os tempos.

Assim, pelas 10h 30m de dia 8 de Março, irá realizar uma visita guiada à exposição «As Religiões da Lusitânia», observando o testemunho que o tempo nos deixou, escrito ou lavrado no feminino.
Junte-se a nós!

Na fotografia: Busto Cabeça-retrato de uma jovem mulher, proveniente da Villa Romana de Milreu.



Concerto

A Diretora-Geral do Património Cultural, o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia, o Coro Laudate de Lisboa e Danças com História, convidam para o Concerto "Vivências Palacianas de Ontem, Memórias de Hoje", que terá lugar no dia 12 de março, às 16h00m.

Acesso livre com reserva de ingresso prévia e obrigatória, limitada à capacidade da sala. Aconselha-se a chegada às 15h30m para levantamento de bilhetes. Inscrições excedentárias, sujeitas a eventuais desistências.

Inscrições/reservas:
Tel.213620000 - geral@mnarqueologia.dgpc.pt

Maria Isabel Veiga Cabral, tlm 968375777 - mcabral@mnarqueologia.dgpc.pt











03/03/2017

O MNA por detrás das exposições

O Museu Nacional de Arqueologia tem um Laboratório de Conservação e Restauro, fundamental à preservação do seu acervo.
Neste momento, o Museu acolhe um conjunto de voluntárias e estagiárias que participam das suas actividades.
Assim, como voluntárias e estagiárias, encontram-se a trabalhar, respectivamente:

• Cláudia Pinto – Licenciada em conservação e restauro pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL)

• Sara Ferreira – Licenciada em conservação e restauro pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL)

• Alejandra Villarreal (México) – aluna da Escuela de Conservación y Restauración de Occidente, Guadalajara. Estágio curricular.

• Alina Amoiridou (Grécia) – aluna de Technological Education Institute (TEI),Specialization in Conservation of Cultural Heritage, Ilhas Jónicas. Programa Erasmus +.

• Zafeiriadou Maria (Grécia) – aluna de Technological Education Institute (TEI),Specialization in Conservation of Cultural Heritage, Ilhas Jónicas. Programa Erasmus +.